George e o Segredo do Universo

O maior problema de livros de ficção escritos para serem didáticos para crianças e adolescenter é se tornarem enfadonhos e monótonos na tentativa de serem pedagógicos. Estes não são divertidos e não conseguem ensinar nada. George e o Segredo do Universo assumiu esse risco e foi em frente sem se tornar enfadonho, mas sendo pedagógico.

Escrito por Lucy e Stephen Hawking – ela uma escritora de prestígio nos EUA e ele um físico de notoriedade mundial – a história narra os problemas do adolescente George, cujos pais vêem apenas defeitos na ciência e tecnologia e o obrigam a viver da forma mais natural possível.
A vida do garoto muda quando conhece o cientista Eric, sua filha Annie e o computador Cosmos. Com os três ele consegue aprender a física na prática. Literalmente.

Mesmo um adulto quase trintão que nem eu me diverti em muitas passagens. Todo nerd já gostou de alguma aula de física na vida e o texto de Lucy é competente por atingir o leitor nesse ponto. Quando o livro segue a história e usa a física como instrumento de descrição, a narrativa é empolgante.
O ponto falho da edição está na interrupção da leitura para apostilas com explicações mais aprofundadas. É compreensível a tentação de ensinar, mas a ficção não pode ser – em momento algum – o detalhe de uma aula de física. O resultado provavelmente será adolescentes deixando as páginas explicativas de lado e indo direto ao enredo.
E é esse enredo que ensina mais do que qualquer coisa. Ainda que muito ali seja composto de teorias de Hawking é justo dizer que Lucy é melhor professora. Ainda bem.
Nota: 7,5
Ah sim! O primeiro leitor a escrever um comentário inteligente sobre este post – quem julga sou eu mesmo – ganha um exemplar grátis. É sério. Não adianta pressa e quem escrever “primeiro” e afins está eliminado! 🙂
Bugman curtiu o livro

Anúncios

  1. paolo fraga

    Stephen Hawking é uma das primeiras peças da cadeia racional da evolução. Quando os homens despertarem a vontade natural de acelerar o processo do conhecimento, divulgando e distribuindo a cultura, será mais fácil encontrarmos os minhocões e viajarmos no tempo. Rir e chorar da nossa história como se fosse uma novela em 3-d.
    Acho digno e justo ele compartilhar sua imaginação e certezas com o universo adulto (que por sinal, não estão tão interessados assim.
    Mas a parte gênio dele confiou nas próximas gerações com esse livro.
    George ilumine nossas crianças.
    Que os harry potters e todo tipo de religião seja apenas símbolo de cultura histórica, e não flagelo da opressão.
    Não ao medievalismo.
    Graças a ciência, amém.

  2. Norrin Kurama

    Ele vai ler, Ribas.
    Pelo que tenho notado os Melhores, provavelmente pressionados pelo trabalho, agora fazem uma distribuição das postagens, tem dias que um põe mais, acho que nem todos vem todo dia lendo o dia inteiro como no começo. Isto está quase um site profisional. Só que sem o dinheiro 😦 .
    Ele não tem postado, mas uma hora ele aparece.

  3. Starscream

    Além do Norrin, o Inferno também fez comentários interessantes sobre o tema do post . Acho que a disputa pelo brinde deveria ser entre os dois.

  4. Norrin Kurama

    Alguma ignorância pode ser uma benção sim, quando reconhecida como tal e acompanhada de humildade.
    Mas não quando a pessoa se orgulha da ignorância ou não a reconhece.
    O problema é que sempre há ignorância, mesclada com conhecimento. Quando não se reconhece a ignorância e se acha que alcançou-se o conhecimento absoluto chegamos à estagnação. À rigidez mental.
    E infelizmente muitos seres humanos, alguns em posições de poder, SÃO criaturas com certezas.

  5. Rufus!, O Bode

    Comentário de: Norrin Kurama
    Tenho dúvidas se é possível uma vitória total do racionalismo. A mente humana não é totalmente racional, na verdade a predominância é das emoções. O sentimento do maravilhoso acompanha o aumento do conhecimento, mas pode transformar-se em hybris quando a pessoa acha que pode conhecer tudo. É preciso que a pessoa tenha noção de seus limites, assim como dos limites da humanidade. O incognoscível é necessário.
    Esa é a posição de um taoista filosófico, mas acho que serve de vacina contra a onipotência de alguns cientistas/sociólogos/filósofos.
    O mundo é maior que a sua (nossa) cabeça.

    O incognoscível é necessário. = A ignorancia é uma benção.
    Não ter certeza de nada é o que lhe permite aprender novas coisas. A filosofia, a ciencia e a religião são no fundo um produto da ignorancia natural humana.
    Não vejo o ser humano como uma criatura capaz de conclusões absolutas, mas sim como uma criatura sem certezas.

  6. Norrin Kurama

    Tenho dúvidas se é possível uma vitória total do racionalismo. A mente humana não é totalmente racional, na verdade a predominância é das emoções. O sentimento do maravilhoso acompanha o aumento do conhecimento, mas pode transformar-se em hybris quando a pessoa acha que pode conhecer tudo. É preciso que a pessoa tenha noção de seus limites, assim como dos limites da humanidade. O incognoscível é necessário.
    Esa é a posição de um taoista filosófico, mas acho que serve de vacina contra a onipotência de alguns cientistas/sociólogos/filósofos.
    O mundo é maior que a sua (nossa) cabeça.

  7. Comentário de: Garoto de Smallville
    Stephen Hawkings como sempre detona, desmistificando a fisica deixando de lado jrgões muito complicados e arrebanhando mais leitores e interessados.
    Deus porque mais escritores não fazem isso

    Muitos não tentam simplesmente porque não sabem. Conhecimento profundo de um assunto não vem acompanhado necessáriamente de uma didática adequada para ele. Já tive muitos professores muito competentes e grandes conhecedores da matéria que lecionavam que simplesmente não conseguiam transmitir direito seus conhecimentos ou tornar o assunto agradável e tive tb alguns com didática e interesse que faziam os alunos aprenderem bem mais do que o normal. mesmo quando esses eram até menos qualificados, o aprovetamento do que ensinavam era bem maior e o que faltava, eles pesquisavam e voltavam depois com a resposta.
    Geralmente as disciplinas técnicas são as que mais sofrem desse mal de conhecimento sem didática por parte dos professores.
    Quando as duas coisas caminham juntas, é o melhor dos mundos, pena que isso é raro.

  8. Starscream

    Poderoso Porco:
    A “necessidade” humana de se auto-enganar, por meios de artifícios ilusórios, é um debate que eu sempre quis ter, desde os tempos da faculdade.
    Então agradeço pela oportunidade de fazer esse bate-papo e de trocar idéias sobre isso.
    Eu concordo plenamente com você. Apesar de vivermos em um mundo excessivamente populoso, poluído, com sérios problemas ambientais e sem previsões satisfatórias de melhoria, todos nós “acreditamos” que esses problemas serão resolvidos e, por isso, continuamos vivendo nossas vidas e exercendo nossas atividades diárias.
    Considerando que a raça humana atingiu um nível de desenvolvimento sem precedentes na História, essa “ilusão auto-induzida” é bastante contraditória com o “racionalismo” vigente.
    A religião, para muitos, serve como “muleta”, um ponto de esperança, quando a ciência e a realidade não apontam um futuro tão promissor. E talvez seja melhor assim, já que, sem esperança, todos nós mergulharíamos no desespero.

  9. DK

    Poderoso Porco: Noutro foco, a gente costuma esquecer que “Carmen Sandiego” (aquele jogo antigão do tempo do Windows 3.11) era uma proposta de entretenimento educativo, que aliasse aventura (capturar a ladra e seus comparsas) com Geografia e História.

    Eu tinha um amor platônico pela Carmen Sandiego quando era criança. XD
    Ainda acho ela uma das personagens mais bonitas da história!!! o/

  10. Starscream

    IamScared:
    Realmente, vc tem razão quanto ao conceito de doutrina “científica”, mas, quando fiz o comentário, eu queria me referir a pseudo-ciências como a “Cientologia”, que, para muitos, é uma ciência, já que descarta a divindade e outros conceitos religiosos, mas, na prática, ela não passa de uma teoria que não pode ser comprovada.

  11. Garoto de Smallville

    Stephen Hawkings como sempre detona, desmistificando a fisica deixando de lado jrgões muito complicados e arrebanhando mais leitores e interessados.
    Deus porque mais escritores não fazem isso e porque as escolas não usam seus livos como livros didaicos em vez de usar livros pra lá de passados como os de Machado de Assis que só fazem os alunos terem asco pela leitura.

  12. Norrin Kurama

    Simone, do que li não é bem um “Mundo de Sofia”. É um livro com aventuras, ida ao espaço e perigo, bem mais juvenil que o que recordo do outro. Tem em comum o fato de ser um livro que usa uma narrativa pra explicar um campo do conhecimento, mas o tom ficcional é outro.

  13. pajaraca_n

    Comentário de: Bugman · http://www.quinzeminutos.net
    Marcelo, o Hawking não teve sempre essa doença. Tanto que ele tem filhos…
    Isso acometeu ele, se eu não me engano, depois que ele se tornou professor.
    PermalinkPermalink 04.03.08 @ 18:52
    Ele tem a doença desde a juventude dele. Quando ele casou ele já sabia que tinha a doença. A mulher dele casou com ele sabendo disso e os médicos já tinham dado até tempo de vida pra ele se não me engano.

  14. v_-_

    Eu senti vontade de ler esse livro, parece bastante interessante, ainda mais se tratando de stephen hawking. Fato interessante também é que esse livro deve acertar em chei o alunos de segundo grau de escola publica, pelo menos eu que fui um não aprendi nada de física, mas sempre me interessei pacas por física devido as teorias físicas do espaço, e até hoje me amarro em documentários sobre o universo.O fato é que por exemplo muitas pessoas como eu , desiste de estudar física profundamente pois não entendeu o começo, ou o professor não explicou direito, ainda mais que o metodo de aprender varia de pessoa a pessoa, algo que tem que ser trabalhado aqui no brasil.
    Resumindo: o livro parece legal, estou afim de ler e realmente se fosse só mais um livro de stephen walking seria massante, pois ensinar para quem já sabe um pouco é fácil difícil é explicar para quem não sabe nada.

  15. IamScared

    O problema é que o homem se sente desesperado quando imagina que é só mais um em cima de só mais um planeta girando em torno de só mais uma estrela em só mais uma galáxia de, talvez, só mais um universo.
    Deveríamos preparar nossas gerações futuras para entender que, apesar da nossa insignificância óbvia, temos uma forte significância social. Cada um na terra é importante e pode fazer a diferença. Acredito que isso minimizaria bastante esse desespero e poderíamos construir um mundo mais pragmático baseado nessa premissa.

  16. Comentário de: Starscream
    A conversa entre o Inferno e o IamScared está abordando um tema bem interessante: apesar de toda a evolução tecnológica, o homem tende a buscar respostas na religião ou em doutrinas científicas que não podem ser comprovadas, mas aceitas tão somente pela fé.
    Nos tempos da faculdade, eu tentei levantar esse assunto para debate com o professor de Sociologia, mas a resposta padrão e manjada foi que “na hora de desespero, as pessoas apelam para qualquer coisa e principalmente para a religião”.
    Na realidade, acho que a questão vai muito além disso. Talvez seja próprio da natureza humana acreditar em seres divinos… talvez seja menos doloroso acreditar que todas as frustrações pelas quais se passa em vida têm um motivo, uma razão de ser.
    No fim, essa tendência para o sobrenatural e o místico possa ser o motivo pelo qual lutamos todos os dias contra probabilidades, estatísticas, desemprego, miséria e violência, acreditando que o amanhã será melhor.
    Caraca, o papo ficou muito sério… Bem que o Bowser podia contar uma piada!!

    Satrscream, essa é uma briga que eu tenho com todos aqueles que pregam um mundo plenamente livre de credos de qualquer espécie: não haveriam analistas para todas as pessoas!
    O que quero dizer com isso é que, pensando como psicólogo, a religião e o misticismo não só são necessários como existem realmente!
    Essa crença em coisas metafísicas e impalpáveis funcionam muitas e muitas vezes como apoios absurdamente eficientes para que pessoas enfrentem questões que (ainda) não são capazer de elaborar e dissolver por si próprias, como a inevitabilidade da morte, por exemplo. Querer solapar tudo isso com a luz do conhecimento científico não só me parece tolo como perigoso, já que a ciência, ao “aprovar e classificar” (como diria Dom Raulzito) acaba meio que esterilizando as coisas. Numa metáfora tosca, é impossível sonhar na claridade total, é preciso um pouquinho de sombra, uma meia luz…

  17. Bem, de tempos em tempos algumas iniciativas desse tipo (juntar alguma ciência e entretenimento para atrair os mais jovens) acaba colando mesmo.
    Foi assim com os já citados “Mundo de Beakman” e “Mundo de Sofia”. O primeiro, com sua linguagem amalucada e divertida trazia o contexto das ciências bio-químicas e da Física para o campo de compreensão das crianças e dos adolescentes. O segundo (que alguns “baluartes” da nossa cultura, como a VEJA, acusaram de ser rasteiro) colocou a filosofia em termos de uso comum, voltando o saber filosófico praquilo que ele nasceu: a vida cotidiana. Noutro foco, a gente costuma esquecer que “Carmen Sandiego” (aquele jogo antigão do tempo do Windows 3.11) era uma proposta de entretenimento educativo, que aliasse aventura (capturar a ladra e seus comparsas) com Geografia e História.
    No campo dos livros didáticos mesmo, um dos melhores que já li era o “Física”, de Antônio Máximo e Beatriz Alvarenga. Na época, estudei para o vestibular nele e recomendo para quem tem filhos/conhecidos/amigos na faixa dos 14 anos em diante. A linguagem é enxuta, os exemplos cotidianos saltam das páginas e todo o conteúdo acaba sendo absorvido sem grandes percalços.
    No fim, a ciência não precisa ser difícil ou se mascarar com palavras empoladas… Do contrário, vira prática mística (no sentido de obscurantismo, citado pelo Inferno) aberta e disponível somente para uma meia dúzia de iniciados, e acaba morrendo com eles.

  18. IamScared

    Corretíssimo, Norrin.
    O que eu quis dizer é:
    Uma doutrina só pode ser científica se puder ser experimentada, o que implica na sua afirmação.

  19. IamScared

    Starscream, só uma observação:
    “Doutrinas científicas que não podem ser comprovadas, mas aceitas tão somente pela fé.”
    Esta afirmação é contraditória. Uma doutrina só pode ser científica se puder ser comprovada. 🙂
    Acho que você queria dizer pseudo-ciência. 😛

  20. Esse livro me lembra o Mundo de Sofia de Josten Garden (ou algo do tipo), onde se ensina Filosofia dentro de ficção e de uma forma mais simples, ótimo para ensinar a jovens e crianças, e a interessados no assunto. Bom ver que o Hawnkins ainda tem folego para novas coisas e que o mercado também, quando quer, se abre para novas possibilidades.

  21. Pelo amor de Deus! Tem gente que justifica a fama de chatos que os nerds tem! Poxa, isso aqui não é o MDM??? Olha só o que andam escrevendo! Tem sites e blogs de Física para Físicos e “simpatizantes”, só não sabia que esse tinha virado um.
    Galera, quem é realmente nerd (e não um chatonildo enrustido) e quer curtir um pouco de Física sem estressar vá ler Calvin (Há! Tem algum suposto nerd aqui que não conhece “O Progresso Científico deu Tilt”? Tsc, Tsc…).
    Para aqueles que gostam de algo mais “didático”, busquem o material do GREF (clica no link e vai descobrir, vai…). Se nem com esse aprenderem como ciência pode ser divertida é porque já morreu!
    P.s.: Ultra, vi o livro e não comprei por burrice. Valeu a dica!
    P.p.s.: Pra cairem matando logo: sou professor de Física, nerd e chato em tempo integral… mas sei dos limites!

  22. Norrin Kurama

    Eu dei uma folheada nesse livro numa livraria. Peguei uma parte que mostrava aventura e perigo no espaço, o pai descobrindo que o garoto tava lidando com tecnologia mas não deu pra entender o tom geral do livro como ficção. O que vi foi que ele segue rigorosamente as teorias da Física atual. Nisso difere da ficção que “quebra” as leis da física atual. Mas não vi tambem essa parte de apostilas. Com certeza nenhum estudante gosta de interromper uma parte empolgante pra ler explicações. Eu pelo menos detesto. Mas gosto de ver depois que a narrativa esfria.
    Nem tinha reparado que o SH é co-autor tambem, foi meio corrida a leitura. Mas achei muito mais agradável que os livros didáticos do Hawking. Ele pode ser um grande cientista, mas do que tinha lido antes o achava um divulgador pouco claro. Inferior ao Sagan e ao Asimov, que explica coisas complicadas de forma bem fácil de entender.

  23. Griffin

    eu ate keria escrever algo inteligente sobre esse post, pois sou muito fan do stephen hawking, mas acho q nao tenho nada de esperto pra falar!! hehehehehe!!
    recomendo o univer numa casaca de noz… eh um livro de fisica com linguagem simples (e mesmo assim muito dificil de sacar tudo)!! mas eh um livro q mudo minha vida em muitos aspectos… comecei a ver a ficçao cientifica, religiao, ciencias e tudo mais com outros olhos!!
    a unica coisa boa q eu li num livro do paulo coelho eh a seguinte… se vc aprende algo (qualker coisa), esse conhecimento tem q ser aplicado em outras areas da sua vida… em toda sua vida!!
    acredite… usar fisica quantica no mod e pensar e agir eh possivel!! pelo menos pra mim funciono!!

  24. Marcelo Zepka Baumgarten

    Bugman, obrigado pela correção, realmente faltou um pouco de googleada nessa, mas mesmo assim ele continua produzindo ciência, mesmo depois de um bom tempo tendo essa peculiaridade, o que convenhamos é uma “senhora” atitude numa realidade em que mostrar a bunda (Brazil MODE On) ou sair sem calcinha (Resto do Mundo MODE ON) dá mais Ibope…

  25. Marcelo Zepka Baumgarten

    Participo as vezes e gostaria de deixar minha idéia sobre não este livro em particular, que por sinal tem jeito de ser excelente, mas sobre este segmento de literatura de uma maneira geral.
    Há algum tempo cheguei a ter um certo “medo” do mundo ser entregue para essas gerações que vieram depois da minha, dada a superficialidade dos raciocínios, as tendências de ridicularizar o conhecimento e o estudo e a total falta de perspectiva de que isso tudo mude.
    Eis que passei a perceber que por mais que a atitude e o comportamento aparente das novas gerações sejam vazios ou réplicas mal compostas do que absorveram na mídia (maldita MTV) algo se salvava… Essas pessoas que por um lado estavam a jogar a vida pelo ralo pareciam inconscientemente gritar por socorro intelectual quando se jogavam a ler coisas com algum fundo de conteúdo (o fenômeno Harry Potter, o próprio Código da Vinci e por ai vai), quando davam valor a programas que por mais razos que fossem traziam alguma idéia científica ou pelo menos um despertar de cultura (Caçadores de Mitos, o próprio Mundo de Beakman, antigamente).
    Passei a ter outra visão das coisas: não que a culpa não seja das gerações, continua sendo por terem se deixado crescer e desenvolver tremendamente influenciáveis e fúteis, mas penso que o problema foi criado principalmente pela minha gerações e boa parte das anteriores que atirou toneladas de produtos vazios e conceitos ocos sobre as pequenas pessoas (e diria o Cap. Nascimento “as sementinhas do mal” – tento falar do Cap. Nascimento agora e dos scans depois para sensibilizar o Bug Bwahahahahahahah).
    Ainda assim, esses pequenos e aparentemente desconectados “fenômenos de consumo” como Harry Potter e outros já comentados surgem como gritos silenciosos por valor intelectual dessas gerações de personalidade prejudicada.
    Outro ponto interessante, ai sobre este livro em si, é a representatividade da figura do próprio Hawking, muito mais do que a qualidade reconhecida do próprio livro. Muitos de nós sequer teríamos esperança de concluir o ensino fundamental na condição física do físico (ainda que a situação da sociedade facilite a desgraça). Imóvel, com dificuldades de comunicação, Hawking consolidou-se com muita luta contra as adversidades como aquele que é um dos maiores gênios vivos, se não for o próprio maior. Sua figura num mundo carente de bons e sólidos ídolos para essas empobrecidas e desesperadas “novas gerações” é um legado maior do que qualquer contribuição que esta literatura possa vir a ter, ainda que reconheça que pretendo lê-la e sobre a qual já tive as mais animadoras críticas, inclusive esta do nosso colega besouro.
    Este era meu pensamento, desculpem a extensão e ABAIXO AOS SCANS!!! (UFA! Pensei que não conseguiria encaixar no texto… Que bom que não ficou forçado bwahahahhahahaha)

  26. Rufus!, O Bode

    Comentário de: Inferno, o Infame
    Se ignorância é uma bênção, abençoadas são as vacas, que só comem, cagam e abanam o rabo.
    (bom, eu conheço algumas pessoas que só fazem isso tb,seriam elas abençoadas?)
    abcs

    É mais ou menos isso que eu quero dizer.
    Quem é mais feliz: uma mulher inteligente que vive na dela ou uma vaca burra?

  27. Inferno, o Infame

    Se ignorância é uma bênção, abençoadas são as vacas, que só comem, cagam e abanam o rabo.
    (bom, eu conheço algumas pessoas que só fazem isso tb,seriam elas abençoadas?)
    abcs

  28. Rufus!, O Bode

    Bom, o mais interessante é que tanto misticismo quanto a ciencia tentam buscar explicações para coisas que estão fora da persepção humana. Tentam explicar o que é real e o que não é, mas na verdade não há realidade, tudo o que há são diferentes persepções do mundo. Elas só servem para normalizar.
    Aqueles que afirmam as coisas com muita certeza são tolos, pois vc nunca poderá ver a coisa mais maior de grande que há e muito menos a menor. Eu até entendo que é dificil aceitar que a vida é só uma ideia, um conceito criado por nós, assim como o misticismo e a ciencia.
    Não sabemos se nossos deuses existem e nem explicar tudo com nossa ciencia.
    Ignorancia é uma benção, e o ser humano é abensoado.
    Ou não?

  29. Inferno, o Infame

    Comentário de: Ultra
    É incrível como um prêmio muda o teor dos comentários pra melhor. Devemos fazer mais vezes isso…

    Viu? Menos posts sobre filme da liga ou sobre a invasão skrull na marvel fazem os leitores do mdm ficarem mais inteligentes, heiaheiaheihaaiaiaiaiahhaia
    abcs

  30. HipHopMan

    Não costumo postar muito, é meu primeiro post no site novo, mas este me instigou a postar por trazer alem de comentários produtivos a possibilidade de ganharalgo muito interessante… vamos lá.
    Este livro é o que eu precisava na minha infância. Sempre fui fã de ficção cientifica e por consequência sempre me interessei pelos segredos do universo, a explicação física para os fenômenos que o originaram e que continuam ocorrendo, dando origens tambem a estrelas, buracos negros, satélites naturais, cinturões de asteróides e afins. Mas não tinha literatura direcionada na minha época, como o Bugman disse, geralmente os livros que tratam do assunto acabam se mostrando ineficientes em prender o leitor curioso, a criança curiosa. Bom, antes tarde do que nunca, se eu não ganhar o livro, vou comprá-lo, pois tenho certeza que depois de ler estarei mais familiarizado com as nuancias do tema e serei capaz de terminar o “Universo numa casca de noz” e o “Uma breve história do tempo” que tambem são de autoria de Stephen Hawking e tratam de assuntos relacionados. E assim serei uma criança velha, feliz e letrada nos segredos do universo!
    Até o próximo post!

  31. Inferno, o Infame

    Ha, tem essa aqui tb:
    Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas, como era mineiro da Gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto. Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora.
    E o médico disse:
    – Não é nada grave, só uma inflamação… Você coloca esse supositório e fica tudo bem!
    – Brigado, dotô… Disse o mineiro, saindo da sala.
    Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
    – I aí, Cráudio? Como foi, homi?
    – Eu só perciso usá esse negóço aqui… Chama ‘supusitório’!
    – Mais comé qui si usa isso, homi?
    – Uai… colocando a mão na cabeça. Sei lá eu, sô!
    – Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
    – Ai.. O homi vai ficá brabo!
    – Vai lá i num recrama, Cráudio!
    E lá se foi o Cráudio:
    – Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o supusitório memo?
    – No reto. Supositórios são para colocar no reto.
    – Brigado, dotô… disse ele, saindo da sala.
    – I aí, Cráudio. Perguntou Gislaine.
    – Eu perciso colocá isso aqui no reto! Disse ele.
    – Mais onde é qui fica esse negóço, Cráudio!
    – Uai… Eu sei lá!
    – Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
    – Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine…
    – Vai logo, Cráudio!
    E lá estava o mineiro de novo na sala do médico.
    – Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
    – No reto. Explicou o médico, calmamente. No final da coluna cervical…
    – Brigado, dotô! E saiu da sala.
    – Pronto, Gislaine. Explicou ele pra sua esposa: É só eu colocá no reto, qui fica no finár da coluna cervicár!
    – Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
    – Ih, isso eu já num sei…
    – INTÃO VORTA LÁ, HOMI!
    E lá se foi ele mais uma vez.
    – Dotô… Discurpa. Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o Negocinho? Eu num intendi…
    – É para enfiar no cú, Cráudio! No cú! Enfia no cú! Entendeu?
    Cráudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
    – Viu, Gislaine… Eu num falei que o homi ia ficá brabo?

  32. Inferno, o Infame

    Piada? Taí:
    Um dia fui almoçar com um velho amigo mineiro, em um restaurante típico da sua cidade natal, e tomei uma cachaça da boa, mas tão boa, tão boa que resolvi levar 10 garrafas para casa. Mas Dona Patroa me obrigou a jogar tudo fora, alegando que faria mal à minha saúde carioca.
    Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia.
    Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia.
    Peguei a terceira garrafa, bebi o resto e joguei o copo na pia.
    Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo.
    Peguei o quinto copo, joguei a rolha na pia e bebi a garrafa.
    Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto.
    A sétima garrafa eu peguei no resto, tirei a rolha e bebi a pia.
    Peguei no copo, bebi o resto e joguei a pia na oitava garrafa.
    Joguei a nona na pia no copo, peguei a garrafa e bebi o resto.
    O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.
    Não me lembro exatamente o que fiz com a Patroa…
    abcs, hic

  33. Starscream

    A conversa entre o Inferno e o IamScared está abordando um tema bem interessante: apesar de toda a evolução tecnológica, o homem tende a buscar respostas na religião ou em doutrinas científicas que não podem ser comprovadas, mas aceitas tão somente pela fé.
    Nos tempos da faculdade, eu tentei levantar esse assunto para debate com o professor de Sociologia, mas a resposta padrão e manjada foi que “na hora de desespero, as pessoas apelam para qualquer coisa e principalmente para a religião”.
    Na realidade, acho que a questão vai muito além disso. Talvez seja próprio da natureza humana acreditar em seres divinos… talvez seja menos doloroso acreditar que todas as frustrações pelas quais se passa em vida têm um motivo, uma razão de ser.
    No fim, essa tendência para o sobrenatural e o místico possa ser o motivo pelo qual lutamos todos os dias contra probabilidades, estatísticas, desemprego, miséria e violência, acreditando que o amanhã será melhor.
    Caraca, o papo ficou muito sério… Bem que o Bowser podia contar uma piada!!

  34. BIRIGUI NINJA

    Enquanto livros como esse são lançados o governo brasileiro compra aqueles livros didaticos que os professores TEM que usar durante um periodo de quatro anos, sem atualização.
    Um exemplo disso são os livros de História que na maioria das vezes possue apenas a proposta de se “jogar” fatos, nomes e datas, sem levantar qualquer debate ou analise critica por parte dos alunos. Quando a principal função da Historia é conhecer o passado para melhorar e não repetir os erros no futuro.

  35. Inferno, o Infame

    Comentário de: IamScared
    Exato, Inferno.
    Perdão pelo termo ruim.

    Perdão????
    Perdão o kct, vai virando aê e arriando a calcinha, heiaheiaieiaeiaeieaihaiheiaiaeiiihihihaihah
    abcs por trás

  36. IamScared

    Outra tendência que me preocupa é a tal pseudo-ciência. Tem muita gente agora mesmo falando um monte de bobagem mundo afora e dizendo que tudo é explicado pela Física Quântica.
    🙂

  37. Starscream

    É difícil encontrar livros verdadeiramente didáticos e voltados para crianças no Brasil. Eu me lembro que uma das primeiras experiências nesse sentido foi a “Coleção Vaga-Lume” da Editora Ática, que tinha o propósito de criar e desenvolver o gosto pela leitura com textos mais leves e diálogos próximos da realidade da juventude da época. A coleção foi um sucesso por muitos anos e, desde então, não foi publicada nenhuma obra com tanto sucesso.
    Confesso que nunca gostei de Física – porque sempre fui apaixonado por ciências humanas – e considero que escrever um livro que explique conceitos como “força cinética”, “inércia” e “gravidade” com uma linguagem menos técnica, mais informal e, principalmente, interessante, é um tremendo desafio para uma professora e um físico com extensa obra acadêmica (e que hoje ocupa a cadeira de Isaac Newton em Cambridge).
    Atualmente encontro muitos “cadernos de atividades” com enredos e historinhas, mas nada que realmente desperte o interesse. Por isso, acredito que muitas crianças (assim como eu) acham que Física, Matemática e Química não sejam outra coisa, senão variantes da bruxaria…
    Quem sabe esse livro me faça mudar de idéia… hehehehehe!

  38. amana amanamana

    Skrull,
    Como assim “bom humor apesar da inteligência”?!?! Essa eu juro que não entendi! Senso de humor desenvolvido é um dos indicadores mais característicos e confiáveis de inteligência.
    Essa foi boa… hehehe.

  39. IamScared

    Exato, Inferno.
    Não estou pregando que as pessoas não acreditem em Deus ou no supernatural. Quando usei a palavra misticismo, me referi a esse fanatismo absurdo. Exemplo clássico: fiéis que abandonam tratamento médico com a convicção de que o pastor os curará.
    Perdão pelo termo ruim.

  40. DK

    Comentário de: Inferno, o Infame
    Já eu não vejo o misticismo como algo por natureza ruim. A nossa própria existência tem algo de ‘místico’ no sentido de que a nossa evolução foi uma sucessão tão grande e tão perfeita de acidentes que fizeram um bando de macacos descerem das árvores e se tornar progressivamente mais inteligentes que até hoje as explicações místicas nos dão ‘respostas’ que a ciência não consegue nos dar.
    O que eu (e qq pessoa com bom senso) abomino não é o misticismo, mas o obscurantismo, ou seja, aquele apego fanático às explicações místicas que não dão margem a qq outra forma de pensar que entre em conflito com o que prega a explicação mística. Obscurantismo vive graças ao fanatismo de seus seguidores e o ódio deles por quem pensa de forma diferente.
    abcs místicos sem obscurantismo

    Concordo. Há uma diferença muito grande em crer em possibilidades e na fé cega.

  41. Inferno, o Infame

    Já eu não vejo o misticismo como algo por natureza ruim. A nossa própria existência tem algo de ‘místico’ no sentido de que a nossa evolução foi uma sucessão tão grande e tão perfeita de acidentes que fizeram um bando de macacos descerem das árvores e se tornar progressivamente mais inteligentes que até hoje as explicações místicas nos dão ‘respostas’ que a ciência não consegue nos dar.
    O que eu (e qq pessoa com bom senso) abomino não é o misticismo, mas o obscurantismo, ou seja, aquele apego fanático às explicações místicas que não dão margem a qq outra forma de pensar que entre em conflito com o que prega a explicação mística. Obscurantismo vive graças ao fanatismo de seus seguidores e o ódio deles por quem pensa de forma diferente.
    abcs místicos sem obscurantismo

  42. inteligente mesmo é esse novo site do MDM! colocam “george” no título da notícia e aparecem vários anúnicos de GEORGE FOREMAN GRILL ali embaixo! hahahaha!
    mandem o livro pro pessoal do interney, onde você hospeda seu blog gay!
    sobre o livro: não li. mas se o búguima disse que é bom deve ter pelo menos o capitão nascimento e alguma coisa contra os scans.

  43. IamScared

    Então posso elaborar meu comentário:
    Livros como esse são ótimos para mostrar às pessoas leigas que a ciência é algo fascinante. Hoje em dia, estamos vendo uma triste progressão da humanidade em relação ao misticismo, devido a uma aparente decepção científica, já que nos anos 80 o progresso científico nos tornou otimistas demais e passamos a acreditar que a ciência poderia resolver todos os nossos problemas. É daí que vem essa profusão de livros esotéricos que vendem horrores, como O Segredo e de religiões de fundo de quintal, como aquela Igreja Renascer e a Cientologia.
    Iniciativas na direção de esclarecer conceitos científicos para a população são fundamentais, tanto para criar interesse como para defender a ciência como forma confiável de adquirir conhecimento. É preciso mostrar que a ciência não tem caráter milagroso e que é mais acessível e participativa do que aparenta ser.
    Cito como um exemplo a minha própria pessoa: apesar de sempre ter confiado na Teoria do Big Bang, há algumas semanas eu sequer saberia explicar porque a teoria é bem. Hoje em dia, eu não só sei explicá-la como fiquei estarrecido em como esta teoria foi validada diretamente por experimentos simples e como a mesma foi capaz de prever resultados incríveis obtidos nas décadas seguintes à sua concepção.
    Resultado: agora eu não só confio na Teoria, tudo se encaixa tão perfeitamente que eu não consigo ver outra forma de explicar a criação do mundo.

  44. Eu

    perai os Mdm não eram um site safado sobre quadrinhos desde quando eles escrevem sobre livros educativos em que tipo de universo paralelo eu vim parar?
    Obs. o Bugman é um Skrull

  45. Skrull da Terra 13

    Lucas Baiano
    As letras dos títulos do livro me pareceram muito com “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, ma deve ser uma referência
    Tambem lembrei da mesma coisa.
    ———————————————
    Para quem ja leu “O Universo em uma casca de Noz” sabe que o stephen tem senso de humor, apesar da inteligencia e de sua condição fisica. Ainda tomando como base o livro supra citado, tambem é notavel como o autor explica como é possivel existir 11 dimensoes no universo, e como o numero de dimensoes deve ser impar. Só por esses motivos ja motivo suficiente para se interessar pelo livro

  46. Inferno, o Infame

    E para os nerds desavisados, Stephen Hawking apareceu umas duas vezes (pelo que eu lembro) nos Simpsons, ele sofre de uma doença genética que deteriora o tecido muscular e vive preso a uma cadeira de rodas, nem falar o cara consegue, ele se comunica por um aparelho que simula a voz humana, mas apesar disso é conhecido como o maior gênio da física atualmente e já lançou alguns livros bem interessantes sobre o assunto para leigos no assunto.
    E voce esqueceu de dizer que Lucy é filha de Stephen Hawking.
    abcs

  47. BIRIGUI NINJA

    Bem(mesmo estando desclassificado), concordo com o Inferno, que esse livro deve possuir essas explicações adicionais para ajudar os professores.
    Hoje precisamos de livros e outras midias que desenvolvam a sede de conhecimento dos jovens, não só pela fisica, mas pela historia, geografia, matematica e todas as outras areas de conhecimento, pois, a garotada não esta mais afim daquelas aulas expositivas.
    Com o surgimento da internet os jovens(dos quais me incluo) estão acostumados com a interatividade portanto devemos rever certos livros pedagogicos visando facilitar o acesso ao conhecimento.

  48. Ukla

    Então é melhor deixar esse post linkado na pagina principal, pois vai demorar a aparecer um comentário inteligente aqui…huahauhauahuahua

  49. Anônimo

    Ribas, a editora me enviou e eu resenhei. Eles também enviaram o exemplar extra 😉
    Vou anunciar o resultado em…Sei lá, quando eu quiser. O site é meu. Porraaaaaaaa

  50. Inferno, o Infame

    Comentário de: Bugman
    Estimado IamScared
    Você tá no páreo… Inferno também.

    Tá, só que iamscared citou livros interessantes, não comentou diretamente a respeito do conteúdo do post, o que seria necessário para ganhar o livro, como voce mesmo observou no próprio post.
    abcs

  51. Anônimo

    Do Msn do MdM:

    Ultra: viu q o tiago colocou uma promo no post dele?
    Ultra: vai ganhar o livro q ele fez o review
    Hell: sim
    Ultra: quem fizer comentário inteligente sobre
    Ultra: maneiro
    Hell: ninguém vai ganhar
    Hell: leitores do MdM são incapazes de fazer um comentário inteligente
    Ultra: ahuahahuahu
    Ultra: verdade

  52. Inferno, o Infame

    Bugman, de repente esse livro é para ser lido em sala de aula, daí o professor conduz tendo a ficção como fio condutor e depois aprofunda nos textos explicativos. Ou até mesmo os pais em casa podem fazer isso, tendo a ficção como atrativo e o material complementar para um maior aprofundamento posterior.
    E por falar nisso, voces lembram de Carl Sagan????? Como bom nerd eu adorava aquele programa que ele apresentava, era muito maneiro.
    abcs

  53. IamScared

    Vou aproveitar o espaço e sugerir dois exemplos de ótimos livros que explicam conceitos matemáticos e físicos profundos de forma acessível e enfatizam a biografia de pessoas que de uma forma ou de outra, estudaram estes problemas e mudaram o mundo:
    – O Último Teorema de Fermat (conta histórias ótimas sobre Euler, Euclides, Pitágoras e outros grandes matemáticos);
    – Big Bang (conta a história da cosmologia, desde os primórdios ptolomaicos até a teoria moderna da criação do mundo).
    Ambos os livros são de Simon Sigh. São baratos, acessível e *muito* interessantes.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: